sexta-feira, 1 de abril de 2016

Regra de Jogo - Amarelinha

Regra de Jogo - Amarelinha



COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE CASTELO BRANCO
PROGRAMA PIBID – PEDAGOGIA/UEG-QUIRINÓPOLIS-GO

ALUNO (A): _________________________________________________ DATA:  ______/______/_________

Regra de Jogo

Brincadeira de Rua: Amarelinha 1





Regras:
  1. Cada jogador precisa de uma pedrinha.
  2. Quem for começar joga a pedrinha na casa marcada com o número 1 e começa a pular de casa em casa, partindo da casa 2, até o céu.
  3. Só pode por um pé em cada casa de cada vez. Quando há uma casa ao lado da outra, pode colocar os dois pés no chão.
  4. Quando chegar no céu, o jogador vira e volta pulando da mesma maneira, pegando a pedrinha quando estiver na casa 2 (sem colocar o pé no chão)
  5. A mesma pessoa começa de novo, jogando a pedrinha na casa 2.
  • Perde a vez quem:
    Pisar nas linhas do jogo.
    Pisar na casa onde está a pedrinha.
    Não acertar a pedrinha na casa onde ela deve cair.
    Não conseguir (ou esquecer) de pegar a pedrinha na volta.
  • Ganha quem pular todas as casas primeiro.
Vamos brincar de Amarelinha?

Fabrícia Mariano da Silva - Bolsista Subprojeto PIBID - Curso de Licenciatura em Pedagogia - Universidade Estadual de Goiás (UEG) Câmpus Quirinópolis, Goiás. Fonte: Diário de Campo, 2014. PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - CAPES - Brasil.

Piadas

COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE CASTELO BRANCO
PROGRAMA PIBID – PEDAGOGIA/UEG-QUIRINÓPOLIS-GO

ALUNO (A): _________________________________________________ DATA:  ______/______/_________

Piadas

A mãe do Joãozinho é Especial!
Andando na rua um homem se irrita e fala:
— Minha senhora, quer me fazer o favor de pedir ao seu filho que pare de me imitar?
A mulher fala para o filho:
— Joãozinho, eu já disse pra você parar de bancar o bobo!

Ensinando Ortografia.
Joãozinho foi à escola. Sua professora disse:
— Joãozinho, fale uma palavra com "c". Joãozinho respondeu:
— Vassoura.
— Mas onde está o "c"? — perguntou a professora.
— No cabo! — respondeu Joãozinho.

Menina Sapeca
A garotinha de oito anos está contando calmamente para os pais que um menino havia lhe dado um beijo depois da aula.
— "E como aconteceu isso?" — Perguntou a mãe assustada.
— "Não foi fácil", admitiu a mocinha, "mas três meninas me ajudaram a segurá-lo".

Vai doer?
O português foi ao médico tomar uma injeção, chegando lá ele  perguntou:
— Vai doer doutor?
O médico respondeu:
— Agora vai doer um pouco, mas mais tarde não.
O paciente contente então responde:
— Então eu volto mais tarde.

Dayane Lacerda dos Santos Paiva - Bolsista Subprojeto PIBID - Curso de Licenciatura em Pedagogia - Universidade Estadual de Goiás (UEG) Câmpus Quirinópolis, Goiás. Fonte: Diário de Campo, 2014. PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - CAPES - Brasil. Coordenadora de Área: Andreia Cristina da Silva.


Projetos de Leitura - Doroteia, a centopeia


Projetos de Leitura - Doroteia, a centopeia


Este é um livro que não pode faltar na biblioteca da escola. Ele narra a história de uma centopeia chamada Doroteia que morava no canteiro de um jardim muito feliz com outros bichinhos. Porém, um dia ela apareceu triste e desanimada. O que teria acontecido?
Objetivos (para 3º, 4º e 5º ano do Ensino Fundamental)
- Ler em voz alta, com entonação adequada, observando a temporalidade e causalidade dos acontecimentos narrados.

- Localizar informações explícitas em texto literário.

- Localizar informações implícitas em texto literário.

- Ler, comparar e associar os gêneros em estudo, observando forma, conteúdo, estilo e função social.

- Reescrever, individualmente, o texto de acordo com as orientações dadas.

Objetivos (para 1º e 2º ano do Ensino Fundamental)
- Ouvir a leitura do livro feita pelo professor;

- Recontar a história ouvida;

- Reescrever, coletivamente, o texto de acordo com as orientações dadas.

- Dramatizar o livro Doroteia, a centopeia.

Prática de Oralidade
- Leitura oral do texto feita pela professora e/ou pelos alunos.

- Reconto oral da história lida;

Prática de Leitura
1. Quem era Doroteia?

2. Como andava Doroteia ultimamente?

3. Corrija as frases de acordo com os fatos narrados no texto:

a) Alguns amigos de Doroteia nem ligaram.

b) Ninguém descobria, mas todos adivinhavam o que Doroteia tinha.

c) Doroteia queria ver os amigos.

d) Ela usa sapatos novos que fizeram calos nos seus pés.

e) Ela anda de bom humor.

4. Indique o personagem que está falando nos diálogos abaixo:

a) "— O sorriso dela era tão doce, mas ela não sorri mais."

b) "— Quem sabe se ela não está doente?"

c) "— Ela anda de mau humor."

5. Qual foi a atitude dos amigos de Doroteia para resolver o problema?

6. O que o doutor Caracol disse quando Doroteia mostrou a língua e fez careta?

7. Como ela se sentiu?

8. Por que Doroteia ficou doente?

9. Em sua opinião, Doroteia tinha razão para estar mal-humorada? Por quê?

10. O que o médico receitou para resolver o problema de Doroteia?

11. Alguma vez você já usou sapatos apertados? Conte como foi?

Prática de Escrita

Você já descobriu o motivo pelo qual a Doroteia andava mal-humorada. Agora invente a continuação dessa história. Pense: o que poderia ter acontecido com ela na hora de comprar sapatos novos? Como Doroteia vai se sair usando os sapatos novos? A receita do doutor funcionou ou ela acabou ficando com mais calos nos pés?

Vocabulário

Pesquise no dicionário o significado das seguintes palavras:
a) canteiro:

b) resmungar:

c) implicava:

d) careta:

e) esquisito:

Prática de Análise da Língua
Antônimo  é uma palavra que tem significado contrário ao da outra.
Veja alguns exemplos:

A casa era grande.

A casa era pequena.

A palavra pequena tem sentido contrário ao da palavra grande.

A palavra pequena é antônimo de grande.

Nos trechos extraídos do texto, substitua as palavras em destaque pelos seus respectivos antônimos.

a) “Muitos insetos barulhentos e quietos.

b) “Todos muito ocupados. E muito amigos...”

c) “Quando acabava o dia.”

d) Era Doroteia, a centopeia, que antes era bem alegre e agora só sabia resmungar. Gemia e reclamava.

e) “Ele logo abriu a maleta:...”

Doroteia a Centopeia
    Todo dia parecia festa no canteiro do jardim.
     Muitas flores, de muitas cores.
     Muitos insetos barulhentos e quietos.
     Formigas, abelhas, besourinhos, borboletas, grilos, num corre-corre, num pula-pula, num voa-voa, prá lá, prá cá.
     É verdade que muitos estavam trabalhando, não viviam só brincando. Formigas carregavam folhas, abelhas faziam mel, aranhas teciam teias, minhocas cavavam túneis.
     Todos muito ocupados. E muito amigos...
     Quando acabava o dia, todo mundo se reunia.
     E era cada brincadeira, cada conversa, cada risada...
     Mas um dos bichinhos andava muito esquisito ultimamente.
     Era Doroteia, a centopeia, que antes era bem alegre e agora só sabia resmungar.
     Gemia e reclamava. Implicava e sumia.
     Não queria ver os amigos. Não queria saber de ninguém.                        
     E todos se preocupavam:
     — Que será que ela tem?
     Mas ninguém descobria. Mas ninguém adivinhava.
    — Ela anda de mau humor – disse a formiga Tita.
    — O sorriso dela era tão doce – disse a abelha Zizi –, mas ela não sorri mais.
    — Quem sabe se ela não está doente? – perguntou a Joaninha.
     E todos gritaram:
   — Isso mesmo! Vamos chamar um médico.
     Veio o médico. O famoso doutor Caracol, aluno do doutor Caramujo,  médico mais famoso ainda.
      Quando ele chegou perto, Doroteia botou a língua de fora e fez careta.
      Ele logo abriu a maleta:
      — Obrigado, assim posso examinar melhor.
      Ela ficou envergonhada e parou de ser malcriada.
      Todos os amigos de Doroteia estavam preocupados e queriam notícias dela. Doutor Caracol explicou:
      — Topadas com os pés da frente dos dois lados. Unha encravada no pé número 18 do lado esquerdo e no 27 do lado direito. Calos nuns 35 pés do lado direito e nuns 42 do outro lado.
      — Que horror! Coitadinha! E por quê?
      — Sapatos apertados. Ela até hoje usa os sapatos que botou no dia em que aprendeu a andar. Já deixei com ela a receita de sapatos novos. Bem até logo.
      E foi embora.

MACHADO, Ana Maria. Coleção Batutinha.

 Subprojeto PIBID - Curso de Licenciatura em Pedagogia - Universidade Estadual de Goiás (UEG) Câmpus Quirinópolis, Goiás. Fonte: Diário de Campo, 2014. PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - CAPES - Brasil. Coordenadora de Área: Andreia Cristina da Silva.


Sequência Didática - Textos Epistolares

Sequência Didática - Textos epistolares

SEQUÊNCIA DIDÁTICA

COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE CASTELO BRANCO
PROGRAMA PIBID – PEDAGOGIA/UEG-QUIRINÓPOLIS-GO

Coord. de Área: Prof.ª  Mestra Andreia Cristina da Silva
Disciplina: Língua Portuguesa
Turma: 4° ano do Ensino Fundamental
Data: 14/03/2014



            
EIXO TEMÁTICO:
Textos epistolares (cartas, bilhetes e cartão postal)

CONTEÚDO:
Leitura de textos epistolares;
Textos: carta, bilhete e cartão postal;
Exploração dos aspectos que caracterizam os textos epistolares (carta, bilhete, cartão postal)

OBJETIVOS GERAIS
Compreender as características e as finalidades dos gêneros epistolares.
Desenvolver a habilidade de leitura, interpretação e produção escrita, considerando as características do gênero.
Ampliar os conhecimentos sobre textos epistolares e suas utilidades.

EXPECTATIVAS DE APRENDIZAGEM
Ler em voz alta carta, bilhete e cartão postal;
Identificar informações explícitas e implícitas para a compreensão dos textos;
Identificar as características e finalidades dos textos epistolares;
Identificar sequência lógica de um texto, começo meio e fim.

ATIVIDADES DE IDENTIFICAÇÃO DE CONHECIMENTOS PRÉVIOS
Após ler o texto questionar o que os alunos sabem sobre o texto: gênero, tipo de linguagem, tempo verbal predominante, tipo de discurso.

ATIVIDADES DE AMPLIAÇÃO DO CONHECIMENTO
Proposta de leitura do gênero como: cartão de aniversário, carta do leitor em revistas e gibis, e-mail, telegrama, convites – aniversário e casamento.
Interpretação escrita do texto

ATIVIDADES DE SISTEMATIZAÇÃO DE CONHECIMENTO
Leitura da carta que um personagem de contos de fada escreveu.
Interpretação escrita do texto;

Queridos Sr. e  Sra. Urso,

Querido Ursinho,

Sinto muito, mas muito mesmo, ter entrado na casa de vocês e ter comido o mingau do Ursinho. Mamãe disse que o que eu fiz é muito feio. E ficou muito brava ainda porque eu nunca como o mingau que ela faz.
Papai disse que vai consertar a cadeirinha.
Um beijo,
Cachinhos Dourados

P.S. Gostaria muito que o Ursinho viesse à minha festa de aniversário. Vai ter três tipos de gelatina e um bolo com oito velas.

Prática de Oralidade
1. Que texto é esse?
2. Quais são os personagens do texto?
3. Quem escreveu o texto?
4. Por que esse texto se chama carta?
5. Que elementos do texto podem caracterizar uma carta?

Prática de Leitura
1ª Atividade

1.       Marque com um x a alternativa correta:
Qual o assunto principal da carta?
 ) Agradecer pelo mingau.
 ) Pedir desculpas.
 ) Fazer um convite.
 ) Informar quem comeu o mingau.

2.       Para quem Cachinhos Dourados escreveu?

3.       Que convite a menina faz para o Ursinho?


4.       Quantos anos Cachinhos Dourados vai fazer?

5.       Na carta a menina diz que vai ter gelatina e bolo na festa.

O que mais poderia ter em uma festa de aniversário?


6.       Como você faria para convidar alguém para o seu aniversário?


7.       Se o Ursinho quiser ir ao aniversário de Cachinhos Dourados, ele vai conseguir chegar à casa dela? Explique sua resposta.
(não ele não tem o endereço... nem saberia o dia do aniversário, nem o dia que a carta foi escrita).

Prática de Escrita

 2ª Atividade:
Vamos reescrever a carta de Cachinhos Dourados colocando as informações necessárias para o Ursinho ir à festa.


            Floresta Encantada, 01 de abril de 1892.

Queridos Sr. e Sra. Ursos, 

Querido Ursinho,

Sinto muito, mas muito mesmo, ter entrado na casa de vocês e ter comido o mingau do Ursinho. Mamãe disse que o que fiz é muito feio. E ficou mais brava ainda porque eu nunca como o mingau que ela faz.
Papai disse que vai consertar a cadeirinha.
Um beijo,

Cachinhos Dourados

P.S. Gostaria muito que o Ursinho viesse à minha festa de aniversário, no dia 10 de abril às 16 horas. Vai ter três tipos de gelatina e um bolo com oito velinhas. O endereço está no envelope.

Responda:
a-      Agora o Ursinho consegue chegar à festa de Cachinhos Dourados? Por quê?


b-      Por que a mãe ficou mais brava ainda?



c-      O pai de Cachinhos Dourados avisou o quê?


d-      Você gosta de mingau? Como se faz mingau? Tente descobrir alguma receita e traga a para sala de aula.



Você sabia!
Que cada cidade tem um código de endereçamento postal, conhecido como CEP e é esse número que os correios usam para separar as correspondências na central dos correios e mandá-las para as cidades dos destinatários.

Para casa:
Pesquisar qual é o CEP de Quirinópolis.


3ª Atividade:
Correção das atividades feitas em casa:
Pesquisa do CEP de Quirinópolis;
Receita do Mingau – fazer a leitura da receita escolher três receitas para fazer comparação de ingredientes entre elas.

Passar na lousa:
Geralmente cartas e bilhetes contêm estas partes.
·      Data: época em que o bilhete foi escrito, ela pode ter somente dia e mês. Por exemplo: 7 de fevereiro.
·         Destinatário: pessoa para quem vai a carta ou o bilhete.
·         Mensagem: assunto da carta ou do bilhete, o que se quer dizer.
·    Despedida: palavra ou expressão usada para despedir. Por exemplo: tchau, beijos, grato, abraço.
·         Remetente: nome de quem escreveu a carta ou o bilhete.

Proposta de Produção Textual
Escreva uma carta para Cachinhos Dourados convidando-a para uma festa em sua casa. Antes de fazer a versão final verifique se não ficou faltando nenhuma informação importante.


Subprojeto PIBID - Curso de Licenciatura em Pedagogia - Universidade Estadual de Goiás (UEG) Câmpus Quirinópolis, Goiás. Fonte: Diário de Campo, 2014. PIBID - Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência - CAPES - Brasil.